Desabafo

(Ao som de Please Forgive – David Gray)

 

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Venho aqui hoje fazer um desabafo. Estou me sentindo desanimado. Coisas precisam acontecer. A única coisa boa que me acontece no momento é que voltei a escrever. Um antigo projeto de um livro que comecei muito tempo atrás e que tava guardado, esquecido. Enfim, voltei a escrever e para isso, apenas para isso, me sinto motivado! Quando abro o arquivo as idéias vão vindo e vou escrevendo (digitando) e por aí vai, vou, vão!

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25/jul. Dia do Escritor, do Motorista, da Agricultura Familiar…

Aqui você sabe: Hoje é dia de que? Calendário de datas comemorativas do A arte da vida.

Fonte: 25/jul. Dia do Escritor, do Motorista, da Agricultura Familiar…

Abacaxi, uma fruta poderosa!

PineapplesA polpa do abacaxi tem grande quantidade de água e fibras, mas não é a única parte comestível, sua casca também pode beneficiar a saúde.

Essa deliciosa fruta possui as vitaminas B1, C e A.

O abacaxi pode ser utilizado para fazer sorvetes, geleias, sucos, bolos, compotas e etc. O seu suco possui 12% de açúcar natural (frutose). É composto pelos ácidos cítrico, málico e a bromelina. O miolo é o mais importante local de concentração da Bromelina. Sua casca auxilia no tratamento de gripes e resfriados, basta fervê-la juntamente com água, tomando como um chá quente. A casca também pode ser aproveitada para o preparo de suco.

Usos medicinais

 

O abacaxi pode ser utilizado para tratar diversos problemas de saúde e não somente gripes ou resfriados. É digestivo, anti-inflamatório e antibiótico. Consumi-lo como fruta ou em sucos tem efeito depurador no sangue, ajudando a curar furúnculos.
Os índios o utilizam no combate às tosses, dores de garganta com inflamação, limpando as mucosas e dissolvendo os mucos que congestionam o aparelho respiratório e laríngeo. Ainda auxilia no tratamento da artrite e do reumatismo.

Benefícios do abacaxi

Controla o nível do colesterol no sangue;
Acelera a cicatrização dos tecidos;
Diminui a pressão arterial;
Auxilia no tratamento de pedras nos rins;
Combate viroses;
Combate anemias;
Auxilia no problema da retenção de líquidos;
Ajuda a perder peso;
Previne o envelhecimento.

(Fonte: http://beatrizmoalimentos.blogspot.com.br/2014/09/o-miolo-e-o-mais-importante-local-de.html)

Artistas brasileiros que começaram cantando em inglês (2)

Mark Davis

Mark Davis é um pseudônimo do cantor-Fábio Júnior, que é o nome artístico de Fábio Corrêa Ayrosa Galvão. Nasceu em São Paulo em 21 de novembro de 1953. Cantor, compositor e ator brasileiro. 

Nos anos 1960, junto com seus irmãos formou um conjunto que tocava no programa Mini-Guarda na TV Bandeirantes, no auge da Jovem Guarda, o nome do grupo era Os Namorados, depois passou a se chamar Bossa 4 e finalmente Arco-Íris. Chegaram a se apresentar  como calouros no programa do Chacrinha.

Ainda na Rede Bandeirantes, aos 13 anos passou a fazer teleteatro ao lado de Cacilda Becker e na TV Cultura, atuou no episódio “Um pássaro em meu ombro”, ao lado de Etty Frazer e Paulo Autran. Em 1971 já em carreira solo gravou canções em inglês (com pseudônimos como Uncle Jack e, posteriormente, Mark Davis, sendo que como o último teve um hit, “Don’t Let Me Cry“, de 1973). Adotou o pseudônimo de Fábio Júnior para não ser confundido com o ator Flávio Galvão e começou a apresentar o programa Hallelluyah! na extinta TV Tupi ao lado do cantor Sílvio Brito. A televisão foi um meio fundamental para a carreira de Fábio. Gravou seu primeiro compacto como Fábio Júnior em 1975 e em 1976 foi convidado para participar da novela Despedida de Casado na Rede Globo a mesma acabou sendo censurada, mas o elenco foi aproveitado para novela Nina em 1977 na mesma emissora. No episódio “Toma que o Filho é Teu” do seriado “Ciranda Cirandinha” em 1978 cantou sua composição “Pai” e Janete Clair escolheu a música como tema de abertura de sua nova trama, Pai Herói. Em 1979 atuou no filme Bye Bye Brasil, de Cacá Diegues.

Seu primeiro LP foi lançado em 1979, mas Fábio Júnior não abandonou a carreira de ator, trabalhando nas novelas Cabocla, em 1979, Água Viva, em 1980, O Amor é Nosso, em 1981 e Louco Amor, em 1983, todas na Rede Globo. Em 1983 gravou seu primeiro especial para a TV (Nunca Deixe de Sonhar) e passou a se dedicar somente à carreira de cantor, cuja tradição em baladas românticas já lhe haviam dado o epíteto de sucessor de Roberto Carlos. Em 1985 voltou à televisão com a novela Roque Santeiro e trocou a Som Livre pela CBS. Na nova gravadora, passou a dedicar-se à sua carreira em castelhano, que culminou em 1987, quando ganhara o prêmio Antorcha de Plata (Tocha de Prata) no festival chileno de Viña del Mar. Nesse mesmo ano gravou a canção “Sem Limites pra Sonhar”, com a cantora britânica Bonnie Tyler (que cantava a parte da letra em inglês).

Maior sucesso em inglês como Mark Davis: “Don’t Let Me Cry” (1975).

(Fonte: Wikipedia – https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1bio_J%C3%BAnior)

Ouça esse hit no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=ONEfnXQKUg8

Bem, É isso! Em breve voltarei com mais um artistas brasileiro que cantou em inglês no início da carreira!

Um forte abraço!

Artistas brasileiros que começaram cantando em inglês

Eis aqui uma série de informações sobra alguns artistas brasileiros que começaram suas carreiras cantando em inglês.

E nosso primeiro da lista, por ser o meu favorito. Infelizmente ele não está mais entre nós! Trata-se do cantor Tony Stevens!

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Tony Stevens (1977)

Jessé Florentino Santos, conhecido apenas como Jessé, nascido em Niterói, 25 de abril de 1952; falecido em Ourinhos, 29 de março de 1993, foi um cantor e compositor brasileiro Criado em Brasília, mudou-se para São Paulo já adulto, e atuou como crooner em boates. Depois, integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil. Ainda nos anos 70, também chegou a gravar em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens. Foi revelado ao grande público em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo com a música “Porto Solidão” (Zeca Bahia/ Ginko), seu maior sucesso, ganhando prêmio de melhor intérprete. Em 1983, ganhou o XII Festival da Canção Organização (ou Televisão Ibero-Americana) (OTI) realizado em Washington, com os prêmios de melhor intérprete, melhor canção e melhor arranjo para “Estrelas de Papel” (Jessé/ Elifas Andreato). De voz muito potente, no decorrer de sua carreira Jessé gravou 12 discos (como os álbuns duplos “O Sorriso ao Pé da Escada” e “Sobre Todas as Coisas”) mas nunca conseguiu os louros da crítica especializada. Morreu aos 40 anos, em 29 de março de 1993 de traumatismo craniano sofrido num acidente de carro quando se dirigia para a cidade de Terra Rica, no Paraná, para fazer um espetáculo.

(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jess%C3%A9_(cantor))

Seu primeiro e maior sucesso em inglês foi o hit “If You Could Remember” (1977).

Ouça esse grande sucesso: https://www.youtube.com/watch?v=8liNR8T1IJY

È isso aí, pessoal! Não percam o próximo! Até mais! Um forte abraço!

Feliz ano novo!

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Salve, salve, gente linda!

Depois de muito tempo sem postar, finalmente criei coragem pra voltar a trazer ótimo conteúdo pra vocês, com muita informação útil e também algumas coisinhas inútieis, digo, coisinhas como diversão e descontração!

Então é isso! Um ótimo ano novo a todos vocês! Um forte a braço e até a próxima postagem!

Uma perspectiva sobre “Eduardo e Mônica”

Estava eu há pouco ouvindo a famosa banda brasileira Legião Urbana! Começa a tocar um dos seus maiores hits “Eduardo e Mônica”. Guiado pela curiosidade fui pesquisar sobre essa curiosa letra que diz mais sobre o início do relacionamento de dois adolescentes que acabam se casando!

Adolar Gangorra, em seu blog Whisplash expõe o seu ponto de vista sobre a letra desta canção de Russo na postagem intitulada “Legião Urbana – Eduardo e Mônica, Uma Análise Psico-Neurótica”, postada em 01/07/2001.

Obviamente não concordei com alguns pontos dele, mas outros são interessantes de serem levados em consideração. Fica a critério de cada um fazer sua própria análise!

É isso!

Eis a matéria:

A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino?

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum “Dois” da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

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Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, “Festa estranha” significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. “Gente esquisita” é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal “festa legal” em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (– Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em “E a Mônica riu” nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se “quis saber um pouco mais” leia-se” quis dar para”! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo “boyzinho” que tentava impressionar”! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como “boyzinho”. Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?

Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo “menina” para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar “iéis”, “nou” e “mai neime is Eduardo”! Incomoda como são usadas as palavras “ainda” e “aulinhas”, para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão “do Bandeira”. Francamente, “Bandeira” é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar “Êta” com “Tiêta” e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola – cinema – clube – televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse “bar da esquina – terreiro de macumba – sauna gay – delegacia”?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:
1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.

Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até… Renato!

 

Darren Criss and Matt Bomer – Somebody That I Used to Know (Glee)

#awesome! I love both of them! The’re great actors and singers! 

Darren Criss and Matt Bomer - Somebody That I Used to Know (Glee)

Darren Criss and Matt Bomer – Somebody That I Used to Know (Glee)

Darren Criss and Matt Bomer – Somebody That I Used to Know (Glee).

Sítio do Pica Pau Amarelo, um patrimônio de Guaratiba em ruínas

Dá uma pena ver essa casa em ruínas! Ele devia ser restaurada e preservada!

#vamosveracasadositorestaurada

Sítio do Pica Pau Amarelo, um patrimônio de Guaratiba em ruínas.

Por que alguns alimentos cozidos ficam duros e outros moles?

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Isso ocorre devido à quantidade de proteína presente no alimento. Por exemplo, em carnes e ovos, durante o cozimento, os aminoácidos vão se quebrando e construindo ligações mais fortes, dando ao alimento a forma mais rígida. Já os grãos, como o arroz, possuem pouca proteína e mais carboidratos e o calor do cozimento dissolve esse carboidrato, deixando o alimento mais mole.

Fonte: http://www.dihitt.com/barra/cafe-refinado-em-fezes-e-pratos-afrodisiacos-veja-20-curiosidades-sobre-alimentos